Nunca Ser Tão Tarde
Café gelado e um trago
Inimigo de si mesmo
Como o fato de não gostar do passado
Ou mais de lembranças
Memórias de criança
Mesmo do futuro
Fazer pensar em quando for velho
Coisas que nem sei se realmente acontecerão
E viver num presente sólido
Que me diz extamente onde estou
Medo da maior das dores
Que não sei até quando pode estar presente
Na saudade do meu remedio
O mais especial dos prazeres
E da mais importante presença
Como as flores sagradas
Das lembranças solidas de um presente
Que ainda não se tornou realmente lembranças
Do passado que se desfaz para o abstrato
Prazeres nos medos que me fazem rir
No meio de memórias inapagáveis
Que de certa forma queriam sumir
E partir de si para onde nem sei
Só o convite pode dizer
E mesmo me guiar.
Inimigo de si mesmo
Como o fato de não gostar do passado
Ou mais de lembranças
Memórias de criança
Mesmo do futuro
Fazer pensar em quando for velho
Coisas que nem sei se realmente acontecerão
E viver num presente sólido
Que me diz extamente onde estou
Medo da maior das dores
Que não sei até quando pode estar presente
Na saudade do meu remedio
O mais especial dos prazeres
E da mais importante presença
Como as flores sagradas
Das lembranças solidas de um presente
Que ainda não se tornou realmente lembranças
Do passado que se desfaz para o abstrato
Prazeres nos medos que me fazem rir
No meio de memórias inapagáveis
Que de certa forma queriam sumir
E partir de si para onde nem sei
Só o convite pode dizer
E mesmo me guiar.
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