Açucar na Água
Como sair de mim?
Os gritos ecoam sem parar no interior
E o suicidio não chama mais com este nome.
Remedios não secam lágrimas
E as vontades dissolvem como açucar na água
Melodias choram meu nome
Enquanto cicatrizes reabrem.
Deitado sob a água do vaso que virou na mesa
Não se pensa, não se sente, se proteje, se esconde.
De olhos abertos a sonhar
Engolindo as lágrimas que tentam ser dona do que não se pode
Talvez o violão se despedace em algum canto do quarto,
Enquanto o relogio continua, lento, lento, sem quase passar
Enquanto corro só neste vazio, oco de portas fechadas.
E cordas arrebentadas em minhas mãos, por não tocar certo e não se importar.
Os gritos ecoam sem parar no interior
E o suicidio não chama mais com este nome.
Remedios não secam lágrimas
E as vontades dissolvem como açucar na água
Melodias choram meu nome
Enquanto cicatrizes reabrem.
Deitado sob a água do vaso que virou na mesa
Não se pensa, não se sente, se proteje, se esconde.
De olhos abertos a sonhar
Engolindo as lágrimas que tentam ser dona do que não se pode
Talvez o violão se despedace em algum canto do quarto,
Enquanto o relogio continua, lento, lento, sem quase passar
Enquanto corro só neste vazio, oco de portas fechadas.
E cordas arrebentadas em minhas mãos, por não tocar certo e não se importar.
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