Se Tiver que dar Algo, vai dar
Minha cabeça se abre
Eu olho à mim mesmo de fora,
De cima, como se fosse outra pessoa.
Minha cabeça se abre e é como se houvesse tempestade
No lugar do cerebro
Agora eu corro,
Corro, corro e caio do abismo,
Acordo com o coração acelerado
Até me localizar
Essa porra toda que me mata aos poucos
Por dentro pareço uma bomba quase, quase pra explodir.
É... Por dentro pareço uma bomba.
Agora meu estomago se abre.
Há uma imensa bola girando sem parar
Eu olho à mim mesmo de frente,
Como se estivesse frente à um espelho,
Coisa que nao estou.
Tudo gira, me confunde, a tempestade, a bola
E pareço enjoado.
Como se fosse vomitar tudo isso de mim e volto a correr.
Cravo as unhas no estômago,
Como se pudesse tirar algo,
Cravo as unhas e nao consigo nada.
Mas corro, corro mais uma vez
Para novamente acordar desesperado
Num quarto desarrumado,
Roupas sujas no chão pior ainda
Papeis amontoados
Papéis que nem sei o que são, mas estao lá
Chegam mais e eu só jogo
Deixa juntar, se tiver que dar algo, vai dar.
Eu olho à mim mesmo de fora,
De cima, como se fosse outra pessoa.
Minha cabeça se abre e é como se houvesse tempestade
No lugar do cerebro
Agora eu corro,
Corro, corro e caio do abismo,
Acordo com o coração acelerado
Até me localizar
Essa porra toda que me mata aos poucos
Por dentro pareço uma bomba quase, quase pra explodir.
É... Por dentro pareço uma bomba.
Agora meu estomago se abre.
Há uma imensa bola girando sem parar
Eu olho à mim mesmo de frente,
Como se estivesse frente à um espelho,
Coisa que nao estou.
Tudo gira, me confunde, a tempestade, a bola
E pareço enjoado.
Como se fosse vomitar tudo isso de mim e volto a correr.
Cravo as unhas no estômago,
Como se pudesse tirar algo,
Cravo as unhas e nao consigo nada.
Mas corro, corro mais uma vez
Para novamente acordar desesperado
Num quarto desarrumado,
Roupas sujas no chão pior ainda
Papeis amontoados
Papéis que nem sei o que são, mas estao lá
Chegam mais e eu só jogo
Deixa juntar, se tiver que dar algo, vai dar.
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