Tiro ao Alvo
Onde estão meus pés que não os encontro para seguir meus passos?
Onde está minha mente que a cada reflexo, de minhas lembranças, perco um pedaço?
A beleza das manhãs de sol ainda me chamam
Eu não vou, esperando o entardecer.
Sem ao menos saber se pode chegar
Porque nunca vou acreditar no depois
Vou levantar pela manhã
Tentando descobrir se ainda vivo
Vou querer fazer o máximo de coisas possíveis em um momento
Não vou querer parar, nem voltar o tempo
Sofrerei sabendo que é a dor por se estar aprendendo
E vou sorrir toda vez que respirar, que puder caminhar.
Toda vez que anoitecer e quando a janela eu fechar
Estarei preparando mais um dardo.
Para tentar descobrir se estou atirando no alvo certo
Fecharei os olhos e lançarei
O medo não faz parte de mim... Salto por ver o dardo
Sei que toda vez que errar e algum cair
Posso pegar e novamente lançar.
Onde está minha mente que a cada reflexo, de minhas lembranças, perco um pedaço?
A beleza das manhãs de sol ainda me chamam
Eu não vou, esperando o entardecer.
Sem ao menos saber se pode chegar
Porque nunca vou acreditar no depois
Vou levantar pela manhã
Tentando descobrir se ainda vivo
Vou querer fazer o máximo de coisas possíveis em um momento
Não vou querer parar, nem voltar o tempo
Sofrerei sabendo que é a dor por se estar aprendendo
E vou sorrir toda vez que respirar, que puder caminhar.
Toda vez que anoitecer e quando a janela eu fechar
Estarei preparando mais um dardo.
Para tentar descobrir se estou atirando no alvo certo
Fecharei os olhos e lançarei
O medo não faz parte de mim... Salto por ver o dardo
Sei que toda vez que errar e algum cair
Posso pegar e novamente lançar.
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