Do Tempo à Vertigem.
...
É dificil
...
Chega ser estranho
...
Quando você pisa no chão os pés chegam estar dormentes.
Como se... Sei lá.
Nossos corações deram as mãos e decolaram juntos.
Tentaram decorar o céu.
Pularam de estrela em estrela sem cordenada à seguir.
Descem e pisam firme, sem deixar de viajar.
E tudo poderá ser para sempre
Enquanto existirmos e quisermos que seja.
Quem foi que disse que não pode ser?
Ninguém pode dizer o que está em você.
E mesmo que os corações saltem
Eles sempre saberão o caminho de volta.
Vou seguir a órbita daqueles olhos
Onde o pulso esquenta todo o resto.
As coisas que sinto falta estarão nas canções
O agora eu vivo para gerar mais recordações
E o amanhã...?
Do amanhã eu corro porque ele nunca vai existir.
Será eternamente o hoje
E as lembranças do que ontem eu aprendi.
É dificil
...
Chega ser estranho
...
Quando você pisa no chão os pés chegam estar dormentes.
Como se... Sei lá.
Nossos corações deram as mãos e decolaram juntos.
Tentaram decorar o céu.
Pularam de estrela em estrela sem cordenada à seguir.
Descem e pisam firme, sem deixar de viajar.
E tudo poderá ser para sempre
Enquanto existirmos e quisermos que seja.
Quem foi que disse que não pode ser?
Ninguém pode dizer o que está em você.
E mesmo que os corações saltem
Eles sempre saberão o caminho de volta.
Vou seguir a órbita daqueles olhos
Onde o pulso esquenta todo o resto.
As coisas que sinto falta estarão nas canções
O agora eu vivo para gerar mais recordações
E o amanhã...?
Do amanhã eu corro porque ele nunca vai existir.
Será eternamente o hoje
E as lembranças do que ontem eu aprendi.
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