No Sereno Pulsar do Vento
Queria escrever algo
Mas fiquei aqui, sentado observando o brilho do céu ao som das estrelas.
Enquanto isso as horas passavam
E eu...
Eu só fiquei.
Como se houvessem 4 paredes à minha volta
Nada mais vi.
Onde estavam todas aquelas coisas das quais pensei?
Já não soube dizer onde fui parar
Enquanto já estava vivendo tudo o que havia pensado.
O relógio foi e voltou,
Tudo continuou intacto e o ponteiro me sorriu.
Sempre haverá esses dias
Haverá os dias bons e os ruins,
Mas nunca será para sempre bom
E nunca para sempre mau
Dos bons eu faço como nos maus,
Quando parece que tudo acaba e nunca mais saberei sorrir.
É sempre assim quando se chora
Se esquece de tudo de bom que talvez esteja acontecendo naquele espaço de tempo
Então esqueço que os maus existem.
Tiro o tênis e corro descalço
Dos bons faço como nos maus...
Vivo como se tudo fosse aquele unico momento
Porque nunca será só alí... Nem o bom, nem o ruim.
E novamente volto a ouvir, volta a sorrir.
Do brilho do céu ao som das estrelas.
Que me faz sentir na brisa do vento a poesia que me trouxe o pensamento,
Que sem me ferir me fez escrever
Como se no véu do céu estivesse à pintar.
Mas fiquei aqui, sentado observando o brilho do céu ao som das estrelas.
Enquanto isso as horas passavam
E eu...
Eu só fiquei.
Como se houvessem 4 paredes à minha volta
Nada mais vi.
Onde estavam todas aquelas coisas das quais pensei?
Já não soube dizer onde fui parar
Enquanto já estava vivendo tudo o que havia pensado.
O relógio foi e voltou,
Tudo continuou intacto e o ponteiro me sorriu.
Sempre haverá esses dias
Haverá os dias bons e os ruins,
Mas nunca será para sempre bom
E nunca para sempre mau
Dos bons eu faço como nos maus,
Quando parece que tudo acaba e nunca mais saberei sorrir.
É sempre assim quando se chora
Se esquece de tudo de bom que talvez esteja acontecendo naquele espaço de tempo
Então esqueço que os maus existem.
Tiro o tênis e corro descalço
Dos bons faço como nos maus...
Vivo como se tudo fosse aquele unico momento
Porque nunca será só alí... Nem o bom, nem o ruim.
E novamente volto a ouvir, volta a sorrir.
Do brilho do céu ao som das estrelas.
Que me faz sentir na brisa do vento a poesia que me trouxe o pensamento,
Que sem me ferir me fez escrever
Como se no véu do céu estivesse à pintar.
Comentários
Postar um comentário