Como os Lírios
Estranho é quando começa o inverno
Aquela neblina na janela que não me deixa nem ver as ultimas folhas que caem.
Mais estranho saber que terei os olhos fechados eternamente, pra muitas coisas.
E ainda saber que as coisas que eu enchergo são sempre as mesmas, que nunca mudarão.
Agora começa o outono, novamente, sequenciado do inverno.
Com as mesmas sensações do outro ano, como um dejavu climático [?]
Gostava daquela época de criança
Ir à loja comprar materiais escolar com os pais...
A esta altura ainda estaria sentindo o cheiro da papelaria, de materiais novos.
Mudamos muito, crescemos, porque o tempo e seus acontecimentos não mudam?
Às vezes tenho curiosidade, de me ver velho, quem sabe?
Às vezes tenho medo e não queria, somente, que tudo parasse aqui, mas que acabasse aqui.
Meu medo não é de como serão as coisas, mas de como serei eu.
As coisas serão do mesmo jeito, não irão mudar, só desenvolver, mas não mudar.
Pessoas são previsíveis como os acontecimento.
Os olhares denunciam e muitas vezes podemos conhecer todos.
Às vezes é como se eu pudesse controlar o mundo à minha volta.
Não sou Deus, nem sei pré - ver o futuro, muito menos sei ou saberei de tudo.
Só observo o que me rodeia e, quem sabe se eu soubesse mais eu saberia sobre mim!
Pudera eu que meu coração fosse como os lírios
Que aguentam o calor e não morrem congelados no inverno
Talvéz assim ele não se adormeceria a ponto de não saber mais o sentir
Talvéz eu tivesse mais espaço pra saber de mim também
E talvéz eu não tivesse medo da velhice e nem este medo de sorrir.
Pudera eu que meu coração fosse como os lírios brancos e ele diria à dor:
"Eu te desafio a me deixar e a dar espaço para felicidade ficar"
E não ter mais o medo de como estará por dentro do meu peito quando o tempo passar.
Aquela neblina na janela que não me deixa nem ver as ultimas folhas que caem.
Mais estranho saber que terei os olhos fechados eternamente, pra muitas coisas.
E ainda saber que as coisas que eu enchergo são sempre as mesmas, que nunca mudarão.
Agora começa o outono, novamente, sequenciado do inverno.
Com as mesmas sensações do outro ano, como um dejavu climático [?]
Gostava daquela época de criança
Ir à loja comprar materiais escolar com os pais...
A esta altura ainda estaria sentindo o cheiro da papelaria, de materiais novos.
Mudamos muito, crescemos, porque o tempo e seus acontecimentos não mudam?
Às vezes tenho curiosidade, de me ver velho, quem sabe?
Às vezes tenho medo e não queria, somente, que tudo parasse aqui, mas que acabasse aqui.
Meu medo não é de como serão as coisas, mas de como serei eu.
As coisas serão do mesmo jeito, não irão mudar, só desenvolver, mas não mudar.
Pessoas são previsíveis como os acontecimento.
Os olhares denunciam e muitas vezes podemos conhecer todos.
Às vezes é como se eu pudesse controlar o mundo à minha volta.
Não sou Deus, nem sei pré - ver o futuro, muito menos sei ou saberei de tudo.
Só observo o que me rodeia e, quem sabe se eu soubesse mais eu saberia sobre mim!
Pudera eu que meu coração fosse como os lírios
Que aguentam o calor e não morrem congelados no inverno
Talvéz assim ele não se adormeceria a ponto de não saber mais o sentir
Talvéz eu tivesse mais espaço pra saber de mim também
E talvéz eu não tivesse medo da velhice e nem este medo de sorrir.
Pudera eu que meu coração fosse como os lírios brancos e ele diria à dor:
"Eu te desafio a me deixar e a dar espaço para felicidade ficar"
E não ter mais o medo de como estará por dentro do meu peito quando o tempo passar.
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