Balões Negros
Estou subindo...
Comprei uma nave e pretendo conhecer as estrelas
Estou chegando perto do céu,
Onde posso tocar tudo que foi sonhado,
Noite passada foi quase isso,
Mas estava em meu quarto, diferente de agora.
Uma voz canta suave em meus ouvidos
Lalalala!
E eu fico acordado a noite, rezo sem ver a luz do dia
Tento aprender a me comportar
Não sei nem o que dizer à mim, à bagunça que sou
Não consigo nem controlar minha mente
Guardo minhas memórias em sonho,
Onde posso sempre estar com ela, no sono.
Só quero acordar para senti-la,
Caso contrario me apavoro
Lá fora a cidade amanhece na escuridão,
Os faróis se apagam me deixando cego
Eu sei, não sei se sei onde pisar, mas ainda posso caminhar...
Ai minha vida!
Ai em mim o meu eu!
Não sei mais o que esta em minha cabeça
E me sinto perdido na quimica das pilulas,
Não sei como pode acabar,
Mas me apavora de pensar no quanto quero me acabar
E digo...
Digo à mim mesmo; Isso nao vai acontecer,
Você têm o porque continuar a caminhar!
Dessa vez assumo o controle da nave
E decolo para as estrelas,
Minhas estrelas estão nos olhos dela.
Aqui estou eu a sorrir só
Junto com o medo de mim mesmo,
Será que um dia não mais vou me conhecer?
Como olhar a fotografia de infância e sentir como se fosse outra pessoa...
Mas não vou pensar assim,
Não quero subir como balões negros.
Este meu elevador é rápido demais para que eu perca tempo.
Pude estar em milhares de cenas ao mesmo tempo,
Talvez seja hora de eu pular,
Talvez não precise mesmo de pára-quedas
Creio mesmo que eu vá voar ao deixar a nave
No espaço não há gravidade
Vou abandonar lentamente antes de olhar pelos vidros
E vou voar.
Comprei uma nave e pretendo conhecer as estrelas
Estou chegando perto do céu,
Onde posso tocar tudo que foi sonhado,
Noite passada foi quase isso,
Mas estava em meu quarto, diferente de agora.
Uma voz canta suave em meus ouvidos
Lalalala!
E eu fico acordado a noite, rezo sem ver a luz do dia
Tento aprender a me comportar
Não sei nem o que dizer à mim, à bagunça que sou
Não consigo nem controlar minha mente
Guardo minhas memórias em sonho,
Onde posso sempre estar com ela, no sono.
Só quero acordar para senti-la,
Caso contrario me apavoro
Lá fora a cidade amanhece na escuridão,
Os faróis se apagam me deixando cego
Eu sei, não sei se sei onde pisar, mas ainda posso caminhar...
Ai minha vida!
Ai em mim o meu eu!
Não sei mais o que esta em minha cabeça
E me sinto perdido na quimica das pilulas,
Não sei como pode acabar,
Mas me apavora de pensar no quanto quero me acabar
E digo...
Digo à mim mesmo; Isso nao vai acontecer,
Você têm o porque continuar a caminhar!
Dessa vez assumo o controle da nave
E decolo para as estrelas,
Minhas estrelas estão nos olhos dela.
Aqui estou eu a sorrir só
Junto com o medo de mim mesmo,
Será que um dia não mais vou me conhecer?
Como olhar a fotografia de infância e sentir como se fosse outra pessoa...
Mas não vou pensar assim,
Não quero subir como balões negros.
Este meu elevador é rápido demais para que eu perca tempo.
Pude estar em milhares de cenas ao mesmo tempo,
Talvez seja hora de eu pular,
Talvez não precise mesmo de pára-quedas
Creio mesmo que eu vá voar ao deixar a nave
No espaço não há gravidade
Vou abandonar lentamente antes de olhar pelos vidros
E vou voar.
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