Eu Tenho que Ir
Eu corri e pulei...
Eu sempre perco a cabeça!
Eu sempre perco a cabeça
E aqueles olhos sempre me aparecem.
Os vejos do horizonte os olhos d'água a me chamar.
As coisas não podem ser assim.
Eu tenho medo,
Sempre quis me levar
Eu vou dizer, tenho medo.
Eles continuam a me olhar
Como se estendessem um braço para segurar minha mão
E me dizem: Olhe as estrelas...
Eu digo: Tenho medo, mas me mostre.
Não me deixe cair!
Eles me dizem: Não olhe para tráz
Eu simplesmente os encaro.
Estes olhos brilham atrativamente.
Como se nada mais me amedrontasse,
A escuridão em mim já foi maior
Em guerra me tiraram daqui.
Em guerra pedi para sair.
Não me aguento e me viro.
Já estive aqui antes...
Como um dejavu.
Agora eles me dizem:
Vamos voar e eu olho as estrelas.
Eu estou perdido.
Esto perdido!
Volto a encará-los e me dizes:
Olá, onde está?
Eu digo:
Estou a me lembrar.
Já estive aqui, já me convidaste à voar.
Eu tenho que ir.
Eles dizem:
Se você for jamais será!
Se for jamais estará...
Só venha, por favor, não volte.
Eu digo: Eu tenho que voltar.
Já voei aqui. Me lembrei.
Dexou que eu caísse.
Jamais suportaria cair novamente.
Não foi sonho como dizes, me lembro.
A escuridão aumenta.
Como um buraco negro.
A escuridão limpa, esvazia, e deixa oco.
Como aquelas falsas estrelas no meio da guerra.
Eu digo: Eu tenho medo.
Eu preciso ir, preciso ir.
Não quero mais cair, quero voar
Eternamente voar, sem cair, nunca quero cair.
Ando lentamente com os olhos se despedindo.
Ando de costas à ver os olhos que imploram.
Mas de tristes lágrimas se transformam em furia
Eu só digo: Este sou eu, este sou eu, quem voa sem cair.
Salto de costas em direção à escuridão,
Não pertenço àquele universo.
Enquanto caio me sinto respirar
E olhando de onde saltei vejo aquele universo se destruir.
Como uma imensa bola se forma aquele mundo e se desfaz numa explosão
Numa explosão de luzes que não poderá mais me escurecer.
Continuo a cair, mas agora posso voar
E esta sensação de queda é falsa
Porque este sou eu.
Este sou eu, quem voa sem cair.
Eu sempre perco a cabeça!
Eu sempre perco a cabeça
E aqueles olhos sempre me aparecem.
Os vejos do horizonte os olhos d'água a me chamar.
As coisas não podem ser assim.
Eu tenho medo,
Sempre quis me levar
Eu vou dizer, tenho medo.
Eles continuam a me olhar
Como se estendessem um braço para segurar minha mão
E me dizem: Olhe as estrelas...
Eu digo: Tenho medo, mas me mostre.
Não me deixe cair!
Eles me dizem: Não olhe para tráz
Eu simplesmente os encaro.
Estes olhos brilham atrativamente.
Como se nada mais me amedrontasse,
A escuridão em mim já foi maior
Em guerra me tiraram daqui.
Em guerra pedi para sair.
Não me aguento e me viro.
Já estive aqui antes...
Como um dejavu.
Agora eles me dizem:
Vamos voar e eu olho as estrelas.
Eu estou perdido.
Esto perdido!
Volto a encará-los e me dizes:
Olá, onde está?
Eu digo:
Estou a me lembrar.
Já estive aqui, já me convidaste à voar.
Eu tenho que ir.
Eles dizem:
Se você for jamais será!
Se for jamais estará...
Só venha, por favor, não volte.
Eu digo: Eu tenho que voltar.
Já voei aqui. Me lembrei.
Dexou que eu caísse.
Jamais suportaria cair novamente.
Não foi sonho como dizes, me lembro.
A escuridão aumenta.
Como um buraco negro.
A escuridão limpa, esvazia, e deixa oco.
Como aquelas falsas estrelas no meio da guerra.
Eu digo: Eu tenho medo.
Eu preciso ir, preciso ir.
Não quero mais cair, quero voar
Eternamente voar, sem cair, nunca quero cair.
Ando lentamente com os olhos se despedindo.
Ando de costas à ver os olhos que imploram.
Mas de tristes lágrimas se transformam em furia
Eu só digo: Este sou eu, este sou eu, quem voa sem cair.
Salto de costas em direção à escuridão,
Não pertenço àquele universo.
Enquanto caio me sinto respirar
E olhando de onde saltei vejo aquele universo se destruir.
Como uma imensa bola se forma aquele mundo e se desfaz numa explosão
Numa explosão de luzes que não poderá mais me escurecer.
Continuo a cair, mas agora posso voar
E esta sensação de queda é falsa
Porque este sou eu.
Este sou eu, quem voa sem cair.
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