Ao Amanhecer
Ela o encara com o olhar de poder,
Escondendo em si mesma tamanha dor,
Mas o brilho fundo de seus olhos não podem esconder
De quem a conhece,
Quem consegue ver o que se passa lá dentro,
Os seus medos,
Toda a dor que ja sofreu, tudo que viveu.
Tudo o que ninguém um dia vai conhecer,
Passa a se esconder em sua feição calma,
No seu olhar sedutor,
Querendo um momento em paz,
Depois da noite vazia de prazer,
E fazer das paredes um mar das coisas boas
Que nem se sabe se um dia poderá ter
Ouvir teu nome, num suspiro de gozo,
Se deitar e dormir,
Acordar e sorrir depois de se levantar,
Um sorriso que nem sabes se têm forças para fazê-lo,
Depois de um belo penteado
E seu forte batom vermelhor,
Virar o encarando de lado e jogar os cabelos...
Caminhar lentamente pelas calçadas,
Como se houvesse uma trilha sonora de fundo,
Pétalas de flores da estação, caídas,
Sendo pisadas, por seu salto sem serem notadas.
Descarregar a dor no choro que foi engolido,
Depois de perder seu riso
Num olhar despercebido
Irá voltar lá,
Quando as flores brotarem,
ao lado de sua mesa, com o copo de whisky,
Seus longos olhares distante,
Seguido de falsos sorridos perdidos.
Escondendo em si mesma tamanha dor,
Mas o brilho fundo de seus olhos não podem esconder
De quem a conhece,
Quem consegue ver o que se passa lá dentro,
Os seus medos,
Toda a dor que ja sofreu, tudo que viveu.
Tudo o que ninguém um dia vai conhecer,
Passa a se esconder em sua feição calma,
No seu olhar sedutor,
Querendo um momento em paz,
Depois da noite vazia de prazer,
E fazer das paredes um mar das coisas boas
Que nem se sabe se um dia poderá ter
Ouvir teu nome, num suspiro de gozo,
Se deitar e dormir,
Acordar e sorrir depois de se levantar,
Um sorriso que nem sabes se têm forças para fazê-lo,
Depois de um belo penteado
E seu forte batom vermelhor,
Virar o encarando de lado e jogar os cabelos...
Caminhar lentamente pelas calçadas,
Como se houvesse uma trilha sonora de fundo,
Pétalas de flores da estação, caídas,
Sendo pisadas, por seu salto sem serem notadas.
Descarregar a dor no choro que foi engolido,
Depois de perder seu riso
Num olhar despercebido
Irá voltar lá,
Quando as flores brotarem,
ao lado de sua mesa, com o copo de whisky,
Seus longos olhares distante,
Seguido de falsos sorridos perdidos.
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