Navios De Guerra
Sou como um navio de guerra em meu interior...
De longe se ouve os tiros de canhões atravéz de meus olhos.
N'um breve ecoar do suspiro tenso
Posso sentir os marujos que caem a se afogar,
E na batalha que se acalma
Por uma tensa tempestade observo navios e navios se partirem,
Clavando fiapos em meu peito ainda mais,
Nas águas calmas, sem tempestade nem guerras,
Nada posso ver além da escuridão da noite que chega,
Como dias que me dão as costas, num canto escondido do convéz
Os olhos que me esquecem e nada notam.
É quando me deito olhando para o teto
Uma pequena luz amarela que balança no ritmo das ondas,
Fecho os olhos esperando o outro dia,
Porque o sol sempre se põe, mas sempre volta a nascer.
De longe se ouve os tiros de canhões atravéz de meus olhos.
N'um breve ecoar do suspiro tenso
Posso sentir os marujos que caem a se afogar,
E na batalha que se acalma
Por uma tensa tempestade observo navios e navios se partirem,
Clavando fiapos em meu peito ainda mais,
Nas águas calmas, sem tempestade nem guerras,
Nada posso ver além da escuridão da noite que chega,
Como dias que me dão as costas, num canto escondido do convéz
Os olhos que me esquecem e nada notam.
É quando me deito olhando para o teto
Uma pequena luz amarela que balança no ritmo das ondas,
Fecho os olhos esperando o outro dia,
Porque o sol sempre se põe, mas sempre volta a nascer.
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