Sem Sonhar
Algo em mim disse:
Venha. Venha de vagar,
Unicamente e sozinho caminhando,
A avenida vazia e escura enquanto a chuva cai,
Pedindo mais um trago dela
Com pensamentos reais, do que se foi
E fantasiosos do que pode vir
A noite é calma e escura,
Nem a lua pode clarear.
A noite é vazia e cheia de estrelas
Das quais levam todos onde estão,
Como uma parte a mais, desmontada, arrancada
Se transformando em fantasmas do que passou
Onde estou? Onde estou?
Todos peguntam em seu interior,
Sem saber onde pisar,
Sem saber onde olhar...
Onde a vida vai parar? Onde tudo vai acabar?
Ah, se eu pudesse dizer!
Ah, se eu pudesse entender,
Se ao menos eu pudesse dormir
Enquanto meus olhos fecham
Sem sonhar, sem sonhar. Assim, sem dizer,
Nada que possa ficar.
Venha. Venha de vagar,
Unicamente e sozinho caminhando,
A avenida vazia e escura enquanto a chuva cai,
Pedindo mais um trago dela
Com pensamentos reais, do que se foi
E fantasiosos do que pode vir
A noite é calma e escura,
Nem a lua pode clarear.
A noite é vazia e cheia de estrelas
Das quais levam todos onde estão,
Como uma parte a mais, desmontada, arrancada
Se transformando em fantasmas do que passou
Onde estou? Onde estou?
Todos peguntam em seu interior,
Sem saber onde pisar,
Sem saber onde olhar...
Onde a vida vai parar? Onde tudo vai acabar?
Ah, se eu pudesse dizer!
Ah, se eu pudesse entender,
Se ao menos eu pudesse dormir
Enquanto meus olhos fecham
Sem sonhar, sem sonhar. Assim, sem dizer,
Nada que possa ficar.
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