Penumbra
Encosta o frio cano do revólver em sua têmpora.
Tolo e vazio, tão frio que não sente o próprio frio.
Ele entendeu...
Muitas vezes caminhamos seguindo nossa sombra.
Como crianças sabe?
Como quando somos crianças e brincamos de correr atras da sombra,
Tentamos pisar, fugir e seguir, mas nunca a alcançamos...
Fazemos isso depois de grandes também,
Inconscientemente e até mesmo figurativamente
Nos esquecendo que sombra não têm direção,
Pode até apontar para as quatro direções ao mesmo tempo, nos confundindo,
Porque sua direção depende da luz... sua existência depende da luz...
Pisou na sombra da direção errada,
Perdendo o caminho, tentando, mas sem conseguir fugir do vazio.
Com pressa, correu pelo lado contrário, mas ainda sim era o lado errado
E quando percebeu estava dançando com sua sombra, descontrolado,
Que acabou por deixar de ser sombra quando dominou a luz,
Prendendo-o na escuridão de si mesmo tentando se convencer de não ser tarde,
Mas houve tanto medo depois de ver o que restou que,
O pouco que havia por dentro não aguentou e se entregou,
Mais tarde, ao chegar, ela encontrou um corpo frio e pálido ao chão,
Cabelos e mãos ensanguentados caiu em prantos notando o fim
E sem aguentar, também explodiu seu coração.
Tolo e vazio, tão frio que não sente o próprio frio.
Ele entendeu...
Muitas vezes caminhamos seguindo nossa sombra.
Como crianças sabe?
Como quando somos crianças e brincamos de correr atras da sombra,
Tentamos pisar, fugir e seguir, mas nunca a alcançamos...
Fazemos isso depois de grandes também,
Inconscientemente e até mesmo figurativamente
Nos esquecendo que sombra não têm direção,
Pode até apontar para as quatro direções ao mesmo tempo, nos confundindo,
Porque sua direção depende da luz... sua existência depende da luz...
Pisou na sombra da direção errada,
Perdendo o caminho, tentando, mas sem conseguir fugir do vazio.
Com pressa, correu pelo lado contrário, mas ainda sim era o lado errado
E quando percebeu estava dançando com sua sombra, descontrolado,
Que acabou por deixar de ser sombra quando dominou a luz,
Prendendo-o na escuridão de si mesmo tentando se convencer de não ser tarde,
Mas houve tanto medo depois de ver o que restou que,
O pouco que havia por dentro não aguentou e se entregou,
Mais tarde, ao chegar, ela encontrou um corpo frio e pálido ao chão,
Cabelos e mãos ensanguentados caiu em prantos notando o fim
E sem aguentar, também explodiu seu coração.
Comentários
Postar um comentário